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A compra não chega, e agora?

Só espero que no final não receba nenhuma pedra no lugar do celular e que tudo se resolva da melhor forma possível.

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Oi [email protected],

Contextualizando os fatos, escrevi um post sobre educação financeira para as crianças e dei o exemplo do meu filho que vendeu o vídeo game e outros objetos que não usava para comprar um novo aparelho celular. Leia aqui!

Ele fez várias pesquisas, verificou promoções, configurações e a sua ansiedade era tamanha que não esperou até a Black Friday.

Desse modo, em 27/10/2018 foi efetuada a compra no site walmart de um telefone móvel, vendido pela empresa Eshop24.

O telefone escolhido foi o Xiaomi, Mi A2, 64 GB, 4 GB RAM, no valor de R$ 1.172,00.

Desde então, iniciou-se uma verdadeira novela, ainda sem fim.

A compra não chega, e agora?

O prazo previsto da entrega que era antes do final de novembro foi alterado para o dia 06 de dezembro/2018.

Depois de muitos dias da compra enviaram uma nota fiscal constando um aparelho celular com as descrições diferentes da compra.

Apesar de mandar vários e-mails, as respostas eram sempre as mesmas, genéricas e padronizadas.

Enviaram um link para rastreamento que só informava que a encomenda não foi localizada.

Quando a gente tentava uma ligação telefônica, ou se escutava uma música interminável ou uma voz dizia “a sua ligação é a de número 19, a previsão de atendimento é daqui a cinquenta e cinco minutos”.

Enfim, passou o prazo da entrega e o produto não foi recebido.

Fiz uma reclamação no site Reclame aqui.

O Walmart entrou em contato e se prontificou a resolver ou cancelar a compra até o dia 17/12/2018.

Estamos aguardando até lá, mas como consumidor a sensação é de total desrespeito, completa falta de informação e lesão de direitos.

Ainda avalio a possibilidade de ingressar com uma ação no Juizado Especial Cível e de Defesa do Consumidor.

Este post é mais um alerta para tomarmos cuidado ao efetuar compras pela internet, principalmente por meio de lojistas terceirizados.

Após as primeiras tentativas de resolver amigavelmente, devemos expor o caso através de avaliações em sites pertinentes, incluisve para informar a outras pessoas sobre o caso para que não caiam na mesma cilada.

Subsequente, a via judicial pode ser a última alternativa e além dos danos materiais devem ser pleiteados danos morais por todos os aborrecimentos e dissabores vivenciados.

Neste caso, não é necessário advogado, pois até o limite de vinte salários mínimos qualquer cidadão pode ter a sua demanda registrada no Juizado, sem pagamento de custas ou honorários.

Só espero que no final não receba nenhuma pedra no lugar do celular e que tudo se resolva da melhor forma possível.

Vamos pra frente.

@papainabolsa
Grande abraço!

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