Hoje começou o novo Tesouro Reserva e eu já aproveitei para conhecer na prática.
A proposta dele é simples: ser uma opção segura, com liquidez e rendimento atrelado à Selic para quem quer deixar o dinheiro da reserva de emergência rendendo melhor do que na poupança.
Inclusive, aproveitei para usar exatamente da forma que imagino ser interessante no dia a dia.
Comprei um iPad para meu filho à vista no cartão, consegui desconto na compra e deixei o dinheiro aplicado no Tesouro Reserva até o vencimento da fatura para gerar uma grana extra.
Mas a ideia principal do investimento não é “ganhar no cartão”. O ponto mais interessante, para mim, é ter um lugar simples para deixar a reserva de emergência ou aquele dinheiro que pode precisar ser usado a qualquer momento, mas sem ficar parado na conta corrente ou rendendo pouco na poupança.
Como o título acompanha a Selic, ele tende a entregar um rendimento melhor que a caderneta, mantendo uma proposta de segurança e liquidez.
Ou seja: é aquele tipo de investimento pensado para o dinheiro do dia a dia, da reserva, da oportunidade ou até de despesas futuras.
E isso faz bastante sentido financeiramente.
Muita gente ainda deixa valores altos parados na conta por praticidade. Agora existe mais uma alternativa simples para fazer esse dinheiro continuar trabalhando enquanto não é utilizado.
Claro que não é investimento para enriquecimento rápido. A proposta aqui é organização financeira, liquidez e rendimento inteligente para curto prazo.
Num exemplo simples, um valor de R$ 5 mil aplicado por cerca de 25 dias, com a Selic atual, pode gerar algo próximo de R$ 30 a R$ 40 líquidos. Para comparação, na poupança o rendimento ficaria em torno de R$ 20 no mesmo período. A diferença não parece enorme em um único mês, mas ao longo do tempo e com valores maiores ela começa a fazer bastante diferença.
Gostei bastante da proposta do Tesouro Reserva justamente por isso: simplicidade, segurança, possibilidade de resgate rápido quando necessário, aplicacao a partir de R$ 1,00 e rentabilidade que acompanha a taxa Selic.
Pequenas decisões financeiras, repetidas ao longo do tempo, acabam fazendo diferença.
